domingo, agosto 28

" PFAFFIA PANICULATA ( MART ) KUNTZE " FÀFIA UMA PLANTA COM VÁRIOS BENEFÍCIOS MEDICINAIS:

Pfaffia paniculata  (Mart.) Kuntze.

Amaranthaceae 

Sinonímias: Hebanthe paniculata Mart., Hebanthe virgata Mart., Gomphrena paniculata (Mart.)Moq., Iresine paniculata (Mart.) Spreng., Pfaffia erianthos (Poir.) Kuntze.

Nomes populares:  Fáfia, pfáfia, suma, ginseng-brasileiro, corango, paratudo.

Origem ou Habitat: O gênero Pfaffia apresenta em torno de 33 espécies distribuídas na América do Sul e Central e destas, 21 espécies estão no Brasil.

Pfaffia paniculata cresce nas clareiras da selva tropical amazônica, sendo espontânea nos estados do Mato Grosso, Goiás e nos cerrados de Minas Gerais. No Sul do Brasil a espécie mais comum é a Pfaffia glomerata (Spreng.)Pedersen.

Características botânicas:  Subarbusto perene, ramos escandentes, caracterizado por apresentar de 2 – 3 m de altura, com raízes tuberosas, e outras longas e grossas. Folhas simples, ovado-lanceoladas e acuminadas, opostas, membranáceas, glabras, de cor verde mais clara na face inferior, medindo de 4-7 cm de comprimento (segundo LORENZI & MATOS, 2002) e 5-12 cm (segundo ALONSO, 2004). Flores subglobosas, esbranquiçadas, muito pequenas, dispostas em panículas abertas.

Partes usadas: Folhas e principalmente as raízes.

Uso popular:  As populações indígenas da Amazônia usam as raízes há mais de 300 anos para a cura de uma ampla variedade de moléstias e como tônico geral, afrodisíaco e rejuvenescedor.

Nas Américas, a medicina herbária recomenda suas raízes como tônico regenerativo visando regular vários sistemas do organismo, como imunoestimulante e para tratar a síndrome da fadiga crônica, hipoglicemia, impotência, artrites, anemia, diabetes, alguns tipos de tumores, disfunção hormonal e de estresses de várias origens.

Na medicina herbária européia essa planta é usada para restaurar funções nervosas e glandulares, para balancear o sistema endócrino, para fortalecer o sistema imunológico, contra infertilidade, para problemas menstruais e de menopausa, para minimizar os efeitos colaterais de anticoncepcionais, contra o alto teor de colesterol e como tônico geral para situações de convalescença.

As folhas são usadas para acalmar a febre e como analgésico.

Composição química:  O perfil fitoquímico desta família – Amaranthaceae – compreende óleos essenciais, betalaínas, compostos fenólicos e terpenóides.

Dois novos nortriterpenoides, pfaffine A e B (1-2), foram isolados a partir das raízes de Pfaffia paniculata Kuntze, juntamente com dez compostos conhecidos. incluindo quatro ecdisteróides, ecdisona, 20-hidroxiecdisona, pterosterone, rapisterone, cinco triterpenóides, ácido pfáffico, ácido pfameric, ácido mesembryanthemoidigenic, E 6 calenduloside ‘-Me éster, ácido oleanólico 28-O-β-D-glucopiranósido, e um glicósido monoterpeno (+) – angelicoidenol-2-O-β-D-glucopiranósido. As estruturas dos novos compostos. foram elucidadas como norolean 16β 12,20-di-hidroxi-30-ácido 3β, (29) -dien-28-óico (1), e 3β-hidroxi-30-norolean-12,20 (29) -dieno-28- óico-28-o-β-D-glucósido.

Além de 19 aminoácidos diferentes, eletrólitos e traços de minerais como ferro, magnésio, cobalto, sílica, zinco e vitaminas A, B-1, B-2, E, K e ácido pantotênico (vitamina P).

Ações farmacológicas: A bioatividade da mistura de saponinas ou de saponinas individuais, in vitro e in vivo incluem: citotóxico, imunomodulador, hepatoprotetor, anti-diabético, hipolipidêmico, antiosteoposose, antivirais, antifúngicos e ações anti-helmínticas.

Efeitos adversos e/ou tóxicos: Doses excessivas, acima de 10 g pode causar hipertensão arterial, nervosismo, erupções na pele, diarréia e insônia.

As pessoas hipertensas deverão consultar um médico antes de tomar extratos de fáffia.

Contra-indicações:  Não administrar na gravidez e amamentação.

Suspender o uso de fáffia quando submeter-se a exame para determinação de ferro sérico, porque pode haver distorções dos resultados.

LIÇÕES DA PARÁBOLA DO SEMEADOR: TEXTO ( MATEUS 13 )

A Parábola do Semeador é uma das parábolas de Jesus registradas nos Evangelhos Sinóticos (Mateus 13:3-9; Marcos 4:2-9; Lucas 8:5-8). O significado da Parábola do Semeador fala sobre como o Evangelho é recebido em diferentes aspectos. Essa é uma parábola que o próprio Senhor Jesus explicou claramente seu significado (Mateus 13:18-23; Marcos 4:13-20; Lucas 8:11-15).

Na Parábola do Semeador Jesus falou sobre um homem que saiu a semear. Enquanto o homem semeava, uma parte das sementes caiu ao pé do caminho. Então vieram as aves e comeram as sementes que caíram.

Outra parte das sementes caiu em meio às pedras, onde não havia terra suficiente. Essas sementes logo germinaram, mas foram queimadas rapidamente pelo sol, porque não tinham raízes.

Outra parte das sementes acabou caindo entre espinhos. Os espinhos cresceram e acabaram sufocando as sementes que tinham caído ali. Finalmente outra parte das sementes caiu em boa terra. Essas sementes germinaram, cresceram e deram fruto: um, a cem; outro, a sessenta; e outro, a trinta. Jesus termina a Parábola do Semeador com a conhecida exortação: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça” (Mateus 13-3-9).

Contexto da Parábola do Semeador

Jesus contou a Parábola do Semeador quando discursou para uma grande multidão à beira-mar. Ele entrou num barco e a multidão ficou em pé na praia escutando suas palavras. Naquele dia Jesus ensinou muitas coisas acerca do reino dos céus através de parábolas.

Na narrativa da Parábola do Semeador é possível perceber claramente a forma com que Jesus aplicou elementos do cotidiano das pessoas que ouviam suas palavras. A figura do semeador que saiu a semear realmente era muito familiar.

O semeador semeava as sementes com a própria mão, e inevitavelmente algumas sementes acabavam caindo pelos pequenos caminhos que cortavam os campos. Essas trilhas não eram alcançadas pelo arado e os agricultores utilizavam-nas para percorrerem a plantação. O solo desses caminhos era duro e as sementes não penetravam nele. Por isso facilmente serviam de alimento para os pássaros.

Jesus também diz que algumas sementes caíram no meio das pedras. Essa era uma característica típica da Palestina. Havia muito solo rochoso que acabava ficando muito próximo do terreno de cultivo. As sementes que caíam nessa parte do solo logo brotavam por causa da fina camada de terra. Mas pela falta de raízes, acabavam definhando no sol.

Por vezes algumas raízes de espinhos também tomavam parte do terreno de uma plantação. Essas ervas daninhas acabavam sufocando parte das sementes. As sementes que caíam em solo fértil germinavam e produziam bons resultados.

Explicação e significado da Parábola do Semeador

O próprio Senhor Jesus explicou o significado da Parábola do Semeador. Apesar de Ele ter contado a parábola à multidão, Ele explicou seu significado apenas aos seus discípulos. Jesus explicou que quando alguém ouve a mensagem do reino, mas não entende, o maligno vem e arrebata o que foi semeado em seu coração, tal como as aves comem as sementes que caem pelo caminho.

Já o solo rochoso no qual algumas sementes caíram, representa aquela pessoa que, ao ouvir a mensagem, rapidamente e impulsivamente a recebe com alegria. Mas pela falta de raiz isso dura pouco tempo. Logo que surge a aflição ou a perseguição por causa da mensagem, essa pessoa se ofende e a abandona.

Há também aquela pessoa que ouve a mensagem, mas as preocupações deste mundo e a sedução das riquezas sufocam a mensagem, tornando-a infrutífera. Esse é aquele que foi semeado entre os espinhos.

Contudo, o exemplo da semente que foi semeada em bom solo representa aquele que houve e atende a mensagem. Esse dá fruto, produzindo, em um caso, a cem, noutro, a sessenta, e noutro, a trinta.

Aqui já há uma clara indicação do significado de três elementos dessa parábola. Primeiro, a semente da Parábola do Semeador é uma representação da Palavra de Deus. Segundo, o semeador é uma figura do próprio Cristo e, consequentemente, de todo aquele que se ocupa do serviço de proclamar o Evangelho  Terceiro, o solo citado na Parábola do Semeador, cada qual com sua particularidade, é uma indicação do coração humano.

Lições da Parábola do Semeador

A Parábola do Semeador traz lições muito importantes derivadas de seu significado principal. Aqui destacamos três delas. Em primeiro lugar, a Parábola do Semeador ensina que a semente do Evangelho alcança diferentes solos e apresenta resultados distintos em cada um deles. A maioria das pessoas, por diversos motivos, não recebe as boas novas para a salvação.

Algumas pessoas possuem um coração insensível que não responde positivamente ao convite do Evangelho. Essas pessoas nem mesmo refletem na mensagem anunciada. Outras possuem um coração impulsivo que no calor da emoção acaba recebendo superficialmente a mensagem. Uma vez que a emoção passa, essas pessoas voltam à sua antiga vida de pecado. 

Outras pessoas possuem um coração muito ocupado com as coisas desta vida. Ludibriadas com desejos terrenos e ilusões de riquezas, essas pessoas desprezam o verdadeiro tesouro que poderiam encontrar. Mas finalmente há aquelas pessoas que possuem um coração bem preparado, um coração que responde positivamente à Palavra de Deus.

Consequentemente, em segundo lugar, é inegável que essa parábola destaca, entre outras coisas, a responsabilidade humana. A responsabilidade pelo resultado da germinação da semente é colocada na condição do solo. estudiosos diz que o caráter do ouvinte determina o efeito da Palavra sobre ele.

Na Bíblia Sagrada a soberania de Deus jamais é vista como um problema à responsabilidade humana. Na verdade a Parábola do Semeador trata essa questão com muita naturalidade. Enquanto a responsabilidade humana é enfatizada na forma com que cada pessoa responde à mensagem do Evangelho, a soberania de Deus é enfatizada na verdade de que o bom solo que recebe apropriadamente a semente é aquele que, primeiro, foi preparado.

O coração que recebe eficazmente a semente do Evangelho não é comparado ao solo duro dos caminhos que cortavam os campos; não é comparado ao solo rochoso; também não é comparado ao solo infestado de raízes espinhosas. O coração cujo Evangelho cria raízes é comparado ao bom solo. Obviamente o bom solo de uma plantação é aquele devidamente arado e tratado para receber a semente.

Nesse ponto é possível dizer que a Parábola do Semeador aponta para a obra do Espírito Santo. Ele é quem prepara e regenera o coração do homem, tornando-o boa terra para a semente do Evangelho. Ele é quem aplica a obra redentora de Cristo no pecador.

Em terceiro lugar, a Parábola do Semeador mostra que a frutificação é uma marca do verdadeiro cristão. Todo genuíno discípulo de Jesus Cristo necessariamente irá frutificar para a glória de Deus. O próprio Jesus fala claramente disso na alegoria da Videira e os Ramos (João 15). Todavia, o grau de frutificação não é igual para todos. Uns produzem cem por cento; outros sessenta; e outros trinta! Que Deus nos abençoe, nos guarde e nos dê a paz, " LEIA A BÍBLIA, A BÍBLIA ELA NOS FORTALECE, NOS CONSOLA, NOS ORIENTA, É AINDA NOS ANIMA ".

sábado, agosto 27

" ANIBA CANELLILA ( KUNTH ) MEZ " UMA PLANTA COM VÁRIAS PROPRIEDADES TERÁPEUTICAS:

Nome científico: 
Aniba canellila (Kunth) Mez
Família: 
Lauraceae
Sinonímia científica: 
Cryptocarya canelilla Kunth
Partes usadas: 
Toda a planta.
Constituintes (princípios ativos, nutrientes, etc.): 
1-nitro-2-feniletano, metileugenol, safrol, eugenol.
Propriedade terapêutica: 
Digestiva, antiespasmódica, fungicida, carminativa, anti-inflamatório.
Indicação terapêutica: 
Estimulante do sistema nervoso, diarreia, artritismo, catarro crônico, sífilis, candidíase, disenteria.

Nome em outros idiomas

  • Inglês: rosewood, brazilian rosewood
  • Espanhol: canela muena, canelilla, guarinán, arabaima, waibaima

Origem, distribuição
A maior parte das árvores do gênero Aniba, com cerca de 55 espécies, encontra-se na região Amazônica. São árvores que contém óleo essencial em todas as suas partes. Foi denominada "casca-preciosa" pelo estudioso europeu do século XIX Humboldt, que também se referia a ela como a célebre canela do Orenoco.

Descrição:
Árvore de porte médio, podendo variar de 15 a 35m de altura e 40 a 70 cm de diâmetro quando adulta. É muito aromática, com aroma doce semelhante ao de canela. Possui semente com amendoa amarelo claro, frutos e flores amareladas. Sua madeira, muito dura, tem densidade em torno de 1.2 g/cm3, cor pardo-escura. É considerada imputrescível porém fende-se facilmente. 

Uso popular e medicinal:
Na medicina caseira a infusão da casca é utilizada como um chá saboroso com funções estimulante do sistema nervoso, digestiva, antidiarreico, antiespasmódica, para o artritismo, catarro crônico, sífilis e fungicida para candidíase. As sementes raladas são usadas contra disenteria. 

O uso principal da "preciosa" é a extração do óleo a partir da madeira, galhos e folhas. 

O óleo tem cor castanho-amarelado, forte aroma de canela, patchouli, cravo, rosa e tomilho. O componente principal, 1-nitro-2-feniletano, presente em cerca de 90% do total do óleo é o responsável pelo odor de canela presente na A. canelilla. Este componente é encontrado na natureza somente neste vegetal e em três outras espécies: Ocotea pretiosa (a nossa canela-sassafrás, nativa do Rio Grande do Sul), nas flores de Stephanotis floribunda ("Madagascar jasmine") e nas frutas de Dennettia tripetala ("pepper fruit", erva medicinal muito popular na Nigéria).

Uma análise do composto majoritário foi realizada com objetivo de verificar sua aplicação médica como vasodilatador e vasoconstritor sobre o endotélio, camada interna de revestimento dos vasos sanguineos.

O rendimento de óleo essencial encontrado para a planta cultivada foi de 0,43% nos galhos; 0,28% no lenho; 0,52% nas folhas e 0,80% na casca e para a planta nativa os resultados foram de 0,85% na casca; 0,83% nos galhos; 0,50% nas folhas e 0,75% nos frutos. Outros componentes encontrados em menores porcentagens são metileugenol, safrol e eugenol.

Outro estudo aponta que o 1-nitro-2-feniletano tem atividade antinociceptiva (redução na capacidade de perceber a dor) e anti-inflamatória provavelmente de origem periférica. Os resultados sugerem que os receptores opióides estão envolvidos no efeito antinociceptivo deste componente.

Outros usos
A madeira serve na construção geral, marcenaria e carpintaria. Devido a coloração pardo-vermelha da casca, vai bem no tingimento de roupas. O óleo essencial tem utilidade na perfumaria popular.

A HISTÓRIA DE NEEMIAS? O QUE A BÍBLIA NOS ENSINA SOBRE ELE?

Neemias foi copeiro do rei persa Artaxerxes I e posteriormente o governador de Jerusalém responsável por reconstruir os muros da cidade. A história de Neemias está registrada no livro que traz seu nome.

Esse livro do Antigo Testamento é a única fonte de referência que nos ajuda a saber mais sobre quem foi Neemias, porém ele nos fornece detalhes importantes para que possamos compreender a atuação desse homem levantado por Deus para executar um trabalho tão importante no período após o Cativeiro Babilônico. 

A história de Neemias, o copeiro

Neemias era filho de Hecalias (Ne 1:1) e fazia parte da geração de descendentes daqueles que foram levados para a Babilônia pelo rei Nabucodonosor. Após a queda do Império Babilônico diante do Medo-Persa, Neemias aparece na narrativa bíblica com notoriedade.

O nome Neemias significa “o Senhor consolou”. O fato de o texto bíblico não fazer nenhuma menção sobre a esposa ou filhos de Neemias, muitos intérpretes sugerem que ele possa ter sido um eunuco porém não há nada conclusivo sobre isso.

Na corte persa, Neemias possuía um cargo muito importante e de grande responsabilidade, pois ele era o copeiro pessoal do rei persa Artaxerxes I (465-424 a.C.). Isso fazia dele um membro da corte real que possuía grande influência e prestígio devido a sua proximidade com o rei e a confiança que ele desfrutava, já que seu trabalho não envolvia apenas escolher o vinho do rei (Ne 2:1), mas evitar que ele fosse envenenado.

A preocupação de Neemias com Jerusalém

No vigésimo ano de reinado de Artaxerxes, entre novembro e dezembro de 446 a.C., Neemias recebeu notícias sobre a situação caótica em Jerusalém e a miséria de seu povo. Além disso, ele também ficou sabendo que os muros da cidade estavam destruídos e seus portões queimados (Ne 1:1-3).

Isso fez com que Neemias ficasse bastante angustiado, e ele jejuou e orou pedindo pela misericórdia de Deus (Ne 1:4-11). Depois, entre março e abril de 445 a.C., enquanto servia na corte, o rei persa percebeu a tristeza no semblante de Neemias e lhe perguntou qual era o motivo de sua tristeza.

Neemias explicou seu problema ao rei e conseguiu dele a permissão para retornar a Jerusalém e reconstruir os muros da cidade, além do material necessário para tal empreendimento. O texto bíblico deixa bem claro que tudo isso aconteceu porque “a mão de Deus” era com Neemias (Ne 2:1-8).

Neemias reconstrói os muros da cidade

Após obter a autorização necessária, Neemias partiu para Jerusalém. Naquela época, os muros e os portões de uma cidade simbolizavam sua força e dignidade, daí se percebe a importância do trabalho pretendido por Neemias.

Ele foi nomeado como governador da província de Jerusalém, mas a Bíblia descreve o interesse do rei persa no retorno de Neemias, então, inicialmente, foi estabelecido um prazo para que ele cumprisse a tarefa e retornasse ao palácio (Ne 2:6).

Neemias enfrenta oposição

Neemias levou consigo todos os documentos que garantiam a legalidade de suas ações, porém mesmo assim ele precisou enfrentar grande oposição. Na verdade, desde o tempo dos reinados de Ciro (559-530 a.C.) e Dario I (522-486 a.C.) houve oposição contra a reedificação de Jerusalém. Essa perseguição aos judeus também foi vista nos reinados seguintes, nos dias do rei Assuero (486-465 a.C.) e do próprio Artaxerxes (465-424 a.C.).

A grande oposição contra o trabalho de Neemias partiu da parte de Sambalate, o honorita, Tobias, o amonita, e Gesém, o arábio. Esses homens poderosos e astutos tentaram a todo custo prejudicar Neemias.

Essas três pessoas, justamente com seus aliados, afligiram insultos e zombarias, arquitetaram ataques armados, planejaram uma emboscada para capturar Neemias e fazer-lhe mal, plantaram notícias de que o motivo real da reconstrução dos muros era uma suposta rebelião contra a Pérsia, e, inclusive, tentaram induzir Neemias ao erro, fazendo com que ele pecasse por entrar num lugar que só era permitido aos sacerdotes, para que assim pudessem infamá-lo desacreditando-o diante do povo (Ne 2:19,20; 4:1-14; 6:1-14).

Como se não bastasse a forte oposição externa, Neemias também precisou lidar com a oposição interna, causada especialmente por problemas econômicos e sociais, que levaram a população de Judá à beira de um colapso.

O contexto histórico daquele momento explica a razão dos problemas internos. Judá estava isolada comercialmente, e os trabalhos no muro fizeram com que a produção de cereais caísse, já que os camponeses estavam envolvidos na reconstrução (Ne 4:22).

As condições climáticas também agravaram a crise de alimentos (Ne 5:3), e soma-se a tudo isso o fato de que os últimos administradores haviam explorado a população (Ne 5:15). Tais condições fizeram com que muitos hipotecassem suas propriedades ou tomassem dinheiro emprestado, tanto para comprar alimentos como para pagar os autos impostos (Ne 5:2-5).

Neemias foi um habilidoso líder e administrador

Apesar de toda oposição que, durante um tempo, conseguiu atrapalhar as obras de reconstrução, Neemias se mostrou um grande líder, que, com muita habilidade, conseguiu prover a organização e a motivação necessária para que o trabalho fosse concluído.

Neemias soube interpretar muito bem as ameaças externas, foi prudente para não cair em ciladas e soube gerir os problemas internos. Após 52 dias, entre agosto e setembro de 445 a.C., a obra de reconstrução dos muros foi concluída (Ne 6:15).

Quando o trabalho foi sido finalizado, Neemias tomou algumas ações para melhorar a vida em Jerusalém. Ele estabeleceu alguns funcionários e lhes delegou autoridade para que pudessem contribuir com um governo mais justo naquela província.

Neemias também implementou uma estratégia de proteção da cidade ao ordenar que um, entre dez judeus, deveriam residir dentro dos muros da cidade. Ele trabalhou para corrigir vários abusos que existiam no meio do povo através de um programa de reformas.

Neemias teve grande participação na revitalização da adoração em Jerusalém, santificando a nação ao conduzi-la a uma renovação da aliança através da leitura e exposição da Lei feita pelo sacerdote Esdras (Ne 7:73-8:18), da confissão dos pecados (Ne 9:1-37) e do juramento em que o povo se prometeu em guardar os mandamentos da Lei.

Neemias também se preocupou com a celebração das festas judaicas, sobretudo a Festa dos Tabernáculos (Ne 8:13). As reformas de Neemias também incluíram um melhor apoio ao sacerdócio e a purificação do Templo, a separação dos estrangeiros a fim de que a corrupção religiosa e a idolatria fossem evitadas (Ne 13:1-3), e a conscientização acerca do erro quanto ao casamento misto.

Não é possível afirmar com exatidão quanto tempo durou o período de liderança de Neemias, pois provavelmente esse período foi intermitente. Como já foi dito, sabemos apenas que inicialmente seu período de liderança em Jerusalém teve um prazo fixo estabelecido, começando no 21º ano de Artaxerxes I.

Talvez esse prazo tenha sido prolongado devido às demandas em Jerusalém. Depois, somos informados que no 32º ano de Artaxerxes Neemias retornou à Babilônia para ir ter com o rei, e “ao cabo de certo tempo” ele conseguiu nova liberação para voltar a Jerusalém (Ne 13:6).

O problema é que não se sabe quanto tempo durou esse período em que Neemias esteve ausente de Jerusalém. Pelo menos durante algum tempo, Neemias foi contemporâneo de outros personagens bíblicos como Esdras e o profeta Malaquias. 

Outra questão bastante discutida é sobre a relação entre o ministério de Neemias e Esdras, no caso, para se determinar quem chegou primeiro a Jerusalém. A tradição sempre afirmou que Esdras foi o primeiro a chegar, mas algumas interpretações modernas tentaram contestar essa afirmação invertendo essa ordem.

De qualquer modo, o conteúdo do livro de Neemias aponta para a sugestão mais tradicional, e é amplamente aceito que Esdras foi o primeiro a chegar. Neemias e Esdras aparecem juntos em algumas ocasiões, como na leitura da Lei e a dedicação do muro da cidade (Ne 8:9; 12:26,36).

Também quando falamos sobre a história de Neemias, é importante saber que existem outros dois personagens bíblicos com esse mesmo nome e que não devem ser confundido com esse Neemias que reconstruiu os muros de Jerusalém. O primeiro foi um exilado que retornou do exílio com Zorobabel (Ed 2:2; Ne 7:7) e o outro era o filho de Azbuque, que também ajudou nas obras de reconstrução dos muros (Ne 3:16).

O exemplo de Neemias

Neemias foi um homem de caráter. Ele é descrito como uma pessoa de oração (Ne 2:4; 4:4,9; 5:19; 6:9,14; 13:14,22,29,31) e Deus abençoou seu trabalho poderosamente. Ele era um líder talentoso e carismático, que expressava um patriotismo inspirador.

Neemias era íntegro, rígido com relação à justiça e demonstrava grande humildade, bondade e piedade. Ele possuía uma fé verdadeira no Deus de Israel, e era especialmente comprometido com o zelo pelo culto ao Senhor.

Diante de tantas afrontas e perseguições, é inegável que Neemias foi um homem determinado, concentrado, dedicado e persistente. Por ser um líder-nato, ele conseguiu transmitir tais características a ponto de formar um grupo que, juntamente com ele, não desistiu da obra que deveria ser realizada.

Com base na história de Neemias, percebemos que ele era uma pessoa de ação, e, impulsionado por sua fé, ele não ficava apenas esperando que algo sobrenatural acontecesse, antes, se esforçava para fazer o que tinha que ser feito. Quando estudamos sobre quem foi Neemias, certamente podemos enxergar que ele foi um homem de Deus, levantado estrategicamente no momento certo, para cumprir a tarefa que lhe foi comissionada! Que Deus nos abençoe, nos guarde e nos dê a paz, " LEIA A BÍBLIA, A BÍBLIA ELA NOS FORTALECE, NOS CONSOLA, NOS ORIENTA,  É AINDA NOS ANIMA ".

sexta-feira, agosto 26

" ELETTARÍA CARDAMOMUM ( L ) MATON " CARDAMOMO UMA PLANTA COM VÁRIAS PROPRIEDADES TERÁPEUTICA:

Nome científico: 
Elettaria cardamomum (L.) Maton
Família: 
Zingiberaceae
Sinonímia científica: 
Matonia cardamomum (L.) Stephenson & J.M.Churchill
Partes usadas: 
Sementes
Constituintes (princípios ativos, nutrientes, etc.): 
Óleo essencial, resina, amido, corante.
Propriedade terapêutica: 
Estimulante, carminativa.
Indicação terapêutica: 
Gases, cólicas intestinais, dispepsia.

Nome em outros idiomas:

  • Inglês: cardamom, cardamom plant, Ceylon cardamom
  • Francês: cardamome, cardamomier
  • Alemão: cardamompflanze

Descrição:
Planta herbácea (fruto não comestível) de ciclo perene, pequeno porte, alcança até 3m de altura, apresenta folhas lanceoladas, grandes. Na base possui uma longa bainha envolvendo o caule, semelhante à cana-de-açúcar. As flores são esbranquiçadas. O fruto é uma capsula oval, contendo muitas sementes pequenas, duras, irregulares, angulosas, com uma face côncava e um sulco comprido na face oposta.

A superfície externa é enrugada e escura, mas branca por dentro. O rizoma é longo e nodoso.

Cardamomo propaga-se por semente ou por divisão do rizoma em viveiro.

 Uso popular e medicinal:

O fruto deve ser colhido quando sua cor verde estiver começando a amarelar. Deixar secar ao sol, guardando em seguida em vidros escuros. A parte mais utilizada da planta é a semente. Para evitar o empobrecimento de sua essência, os frutos são comercializados inteiros e dessecados. As sementes devem ser separadas dos frutos somente na hora de seu emprego.

Contra gases intestinais: 2 g de sementes dessecadas de cardamomo em uma xícara (de chá) com água fervente. Deixar em repouso por 10 minutos. Coar e beber após as refeições.

Como licor digestivo: 20 g de sementes dessecadas de cardamomo em um litro de vinho licoroso de boa qualidade. Adicionar 25 g de canela-da-índia. Deixar macerar por 30 dias. Coar e beber um cálice após as principais refeições.

Para aliviar cólicas intestinais: em um litro de água fervente, colocar um punhado de folhas de capim-cheiroso (capim-limão) e 10 g de sementes dessecadas de cardamomo. Deixar o recipiente tapado e em repouso por 15 minutos. Coar e beber morno, sem açúcar.

 Cuidado:
O extrato fluído do cardamomo é vendido no comércio, mas é aconselhável não usá-lo sem a devida prescrição de um profissional da saúde. 

 Culinária:
Cardamomo é empregado como condimento e agente aromatizante em diversos produtos alimentícios tais como embutidos e especialmente na elaboração do “Curry Indiano”, tempero picante utilizado no preparo de molhos e ingredientes de várias receitas da culinária Indiana.

A FITOTERÁPIA OFERECE MUITOS BENEFÍCIOS PARA SAÚDE:

  • Os praticantes de fitoterapia são treinados para saber quais ervas e drogas interagem, tornando a fitoterapia segura para uso.
  • A fitoterapia possui compostos bioativos que podem modular sistemas biológicos.
  • A fitoterapia tem menos efeitos colaterais do que as drogas modernas no tratamento de doenças crônicas.
  • A fitoterapia pode provocar um efeito terapêutico, e o progresso pode ser monitorado com exames de sangue e funcionais.
  • A fitoterapia trata a pessoa como um todo no contexto de todos os aspectos da vida individual: fisiologia, comportamento, meio ambiente e consciência.

Preparações de Fitoterapia

Fitoterapia é o uso de plantas inteiras ou partes de plantas para fazer remédios. As ervas contêm
milhares de compostos químicos, que interagem com o corpo de maneiras complexas. Os fitoterapeutas
aprendem a preparar e administrar a planta na forma e dosagem corretas para obter o máximo
benefício. A fitoterapia eficaz requer saber como preparar a planta e como melhor usá-la.

  • Esta pode ser uma erva fresca ou seca tomada como chá.
  • Ervas secas podem ser pulverizadas para fazer cápsulas ou comprimidos.
  • Freqüentemente, uma tintura é prescrita para ser tomada por via oral. Tinturas são feitas de ervas
    embebidas em álcool e água para extrair os constituintes químicos.
  • As ervas podem ser infundidas em óleo e usadas topicamente. Ervas destiladas ou óleos essenciais podem ser adicionados a uma pomada ou administrados como inalação de vapor. Cremes, loções e géis podem ser administrados para aplicação tópica ou interna.
  • Os xaropes de ervas são mais palatáveis ​​para as crianças.
  • Às vezes, as folhas frescas de uma erva são mastigadas ou usadas como cataplasma.

Fitoterapia em comparação com medicamentos convencionais

A premissa da fitoterapia é usar a planta inteira ou partes selecionadas, conforme necessário. Isso
permite a interação sinérgica da matriz de constituintes químicos das plantas para fornecer um efeito potencializador na interação com a própria inteligência do corpo.

A indústria farmacêutica também usa plantas para fabricar remédios. Na maioria dos casos, eles isolam
um composto ativo do conjunto de constituintes químicos que uma planta individual possui. Este
isolado é suficientemente concentrado para formar uma droga que pode ter efeitos colaterais. Um exemplo disso é a aspirina. O constituinte químico salicilato foi isolado da casca de Salix alba o salgueiro comum e Spirea ulmarea syn. Fillipendula ulmaria conhecido como Meadowsweet. Sozinho, o ácido salicílico pode irritar a mucosa gástrica e causar sangramento gástrico. É importante lembrar que compostos concentrados não são necessariamente mais eficazes.

As vantagens da fitoterapia

  • A fitoterapia facilita a homeostase, animando os recursos de cura do próprio corpo.
  • O tratamento visa abordar as causas subjacentes, personalizadas para o indivíduo.
  • Os fitoquímicos ativam as vias de resposta ao estresse celular adaptativo e têm efeitos neuroprotetores.
  • Fitoterapia suporta a função imunológica sem causar resistência a antibióticos.
  • Muitas ervas têm ação antimicrobiana, antibacteriana e antiviral no organismo, reduzindo a suscetibilidade a infecções e alergias.
  • As ervas apóiam a digestão e os alimentos vegetais geram uma microbiota saudável e diversificada.
  • A fitoterapia pode acalmar ou estimular os sistemas orgânicos para restaurar a auto-organização coerente.
  • Ervas podem ser tomadas para aumentar a expectativa de vida e qualidade de vida.
  • A fitoterapia não polui o meio ambiente, uma vez excretada.
  • As ervas medicinais são preferencialmente provenientes de produtores de ervas sustentáveis ​​ou colhidas de forma sustentável. Nenhuma espécie de erva ameaçada de extinção é usada.
  • Ervas para uso medicinal são frequentemente cultivadas usando princípios biodinâmicos ou cultivadas organicamente, sem o uso de pesticidas prejudiciais ou herbicidas desreguladores endócrinos.
  • O uso de fitoterapia permite que o paciente se reconecte com o mundo natural e restabeleça os ritmos naturais. 

QUEM FOÍ CORNÉLIO NA BÍBLIA ? TEXTO ( ATOS 10: 1-38 ).

Cornélio foi um centurião romano convertido ao cristianismo no século 1 d.C. na época em que os apóstolos lideravam a Igreja Primitiva. Ele é o primeiro gentio registrado nominalmente no Novo Testamento a ser convertido ao cristianismo. A história de Cornélio está registrada no capítulo 10 do livro de Atos dos Apóstolos.

O centurião Cornélio

Cornélio era um nome próprio comum e honrado no Império Romano do primeiro século, especialmente por conta do ditador Públio Cornélio Sula, que em aproximadamente 82 a.C. libertou e listou um grupo de até dez mil escravos em seu próprio exército privado na Gens Cornelia.

Cornélio era um centurião, isto é, um oficial do exército romano que liderava uma companhia de aproximadamente cem soldados a pé chamada de “centúria”. Em uma legião romana, havia sessenta centuriões. Além de Cornélio, outros três centuriões são mencionados com certo destaque no Novo Testamento (Mateus 8:5-13; 27:54; Atos 27:1,8,43).

O centurião Cornélio morava na cidade de Cesaréia da Palestina, a capital da Judeia que estava sob o comando dos procuradores romanos e que ficava a cerca de cem quilômetros de Jerusalém. Nessa cidade existiam prédios imponentes e um porto, e devido à mistura étnica de sua população, os atritos entre judeus e gentios eram comuns. O evangelista Felipe morou nessa cidade, e mais tarde o apóstolo Paulo ficou aprisionado ali durante o comando dos procuradores Félix e Festo (Atos 23:23-26:32).

Cornélio era um gentio, e é descrito pelo evangelista Lucas, em Atos como um homem “piedoso e temente a Deus, com toda sua casa,  fazia muitas esmolas ao povo e, de contínuo, orava a Deus” (Atos 10:2).

Alguns estudiosos, com base nessa descrição, sugere que ele era um prosélito do judaísmo, enquanto que outros defendem que ele era apenas um homem que havia reconhecido o Deus de Israel como verdadeiro Deus e estava familiarizado com as práticas religiosas dos judeus, mas não era exatamente um prosélito.

A conversão de Cornélio

A conversão de Cornélio foi muito significativa no contexto do livro de Atos dos Apóstolos, pois tornou evidente que os cristãos gentios também receberam o Espírito Santo. Na verdade a conversão que ocorreu na casa de Cornélio foi tão importante que é mencionada duas vezes em Atos.

A primeira vez encontra-se no capítulo 10, onde relata a ocasião da conversão, e a segunda no capítulo seguinte, 11, onde o próprio apóstolo Pedro explica o caráter miraculoso de sua ida até Cesaréia onde Cornélio estava.

Além disso, o próprio apóstolo fez alusão à conversão de Cornélio durante sua defesa no Concílio de Jerusalém, enfatizando que o derramamento do Espírito Santo entre os gentios significa que a salvação de Deus era unicamente pela graça, ou seja, não estando dependente de qualquer observância da Lei de Moisés (Atos 15:7-11).

Apesar de Cornélio ser descrito como alguém que temia ao verdadeiro Deus, certamente ele não havia tido contado direto e explicito com o Evangelho de Cristo. A Bíblia diz que Cornélio teve uma visão de um anjo de Deus que lhe ordenou a mandar chamar Simão Pedro, o apóstolo, e que este lhe explicaria sobre a salvação.

Cornélio enviou homens até Jope, a cidade em que o apóstolo estava vivendo naquela ocasião, e que ficava a aproximadamente cinquenta quilômetros de Cesaréia da Palestina. No dia seguinte, o apóstolo Pedro teve um arrebatamento de sentidos na qual viu o céu aberto, e um vaso, como se fosse um lençol atado pelas pontas, descendo em direção a terra, e contendo “todos os animais quadrúpedes e feras e répteis da terra, e aves do céu” (Atos 10:13).

Então Pedro ouviu uma voz que lhe ordenava a matar e comer aqueles animais, mas ele se recusou dizendo que nunca havia comido coisa alguma comum e imunda. Pedro então foi advertido a não considerar imundo o que Deus purificou.

Isso aconteceu por três vezes até que o vaso foi recolhido ao céu. Pedro ficou bastante pensativo com relação àquela visão, buscando entender seu significado. Mais tarde, quando foi então conduzido à casa de Cornélio, ele entendeu que aquela visão se referia ao fato de que Deus não faz acepção de pessoas, e que a pregação do evangelho e a salvação pela graça mediante a fé em Jesus Cristo é tanto para judeus como para gentios (Atos 10:28-36).

Então o apóstolo pregou sobre a salvação através de Jesus Cristo, e do perdão de pecados para aqueles que creem em seu nome, conforme todos os profetas deram testemunho. Ao dizer essas palavras, o texto bíblico informa que caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam.

Os cristãos judeus que estavam acompanhando o apóstolo Pedro ficaram maravilhados quando perceberam que o dom do Espírito Santo foi derramado sobre os gentios, igualmente como havia sido derramado entre os cristãos de Jerusalém no Pentecostes (Atos 2).

O texto termina mostrando que o centurião Cornélio e os demais gentios de sua casa foram batizados em nome do Senhor Jesus, deixando claro que Deus tem apenas um único povo, e que o chamado de sua graça não está baseado em qualquer distinção de nacionalidade. Ali era a internacionalização da Igreja, onde judeus e gentios formam um único corpo! Que Deus nos abençoe, nos guarde e nos dê a paz, " LEIA A BÍBLIA, A BÍBLIA ELA NOS FORTALECE, NOS CONSOLA, NOS ORIENTA, E AINDA NOS ANIMA ". 

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